Projeto “Abraço que Protege” realiza evento para estudantes das escolas municipais de Capivari de Baixo

Dentro das atividades previstas para o “Maio Laranja”, campanha nacional dedicada ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, a Secretaria de Desenvolvimento Social de Capivari de Baixo, por meio do projeto “Abraço que Protege” realiza um evento de conscientização, nesta quinta-feira, no Parque Diamante +Energia, para alunos da rede municipal de ensino.

No evento os estudantes terão a oportunidade de assistirem a peça teatral: “Carolina e o Segredo que Não Podia Ser Contado”, apresentada pelos alunos da Oficina de Teatro do parque. Uma apresentação educativa e sensível que aborda a prevenção do abuso sexual infantil de forma lúdica e acolhedora, levando informação e conscientização para crianças das escolas municipais.

Esta será a primeira etapa do projeto e reunirá crianças de 6 a 11 anos, com sessões marcadas para as 9h, 10h, 14h30 e 15h30, no Tetro do Parque Diamante +Energia.

Na segunda etapa, o projeto acontecerá nas escolas com o público infanto-juvenil, por meio de rodas de conversa, respeitando a forma adequada de levar a informação para cada faixa etária.

O projeto é realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, por meio do CREAS, em parceria com o Parque Diamante +Energia e com a Secretaria Municipal de Educação, fortalecendo a rede de cuidado, prevenção e proteção das crianças e adolescentes.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Thayse Izidro, o projeto acontece durante todo o ano, não somente no Maio Laranja, que é o mês de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual infantil. “Este é o segundo ano do projeto Abraço que Acolhe e ainda teremos outras atividades direcionadas a este tema tão importante, inclusive com visitas a todas as escolas municipais, levando informação, prevenção e acolhimento às crianças e adolescentes”, enfatizou.

Além de prevenir para que o abuso sexual infantil não aconteça, através das ações do projeto, também será possível identificar crianças que vivem situações de violência e, assim, oferecer proteção e encaminhamento adequado.